Elisa Mónica Cornara, Marcos Juárez, Argentina, (1976). Dezembro, 2024
Acrílico
130 x 90 cm
“ Em cada pincelada, uma parte de mim. Em cada cor, um sentimento. Mergulho em um mundo de texturas e nuances, onde a tela se transforma em um espelho da minha alma. A cada obra, libero emoções e sensações, criando um reflexo autêntico da minha essência. Cada peça conta uma história e, ao contemplá-la, o espectador escreve a sua. Minha arte é uma jornada introspectiva, um diálogo entre minha história e a inspiração. ”
Comentario: Elisa Mónica Cornara / Fotografia: Elisa Mónica Cornara / Reprodução: Cortesia de artista /
Audino Díaz, México, (1973). Vestígios do Eldorado 0.3.1., 2009
Técnica mista sobre folha de ouro e prata
120 x 120 x 5 cm
Vestígios do Eldorado 0.3.1 inspira-se em El Dorado, a surpreendente lenda que cavalga entre o real e o imaginário … recriando paisagens desoladas e lugares inóspitos de nossa vasta região. A obra integra um trabalho muito experimental no uso e na manipulação de certos materiais … construindo cartografias imaginárias com ouro e prata. Surgem formas geometrizadas onde a relação figura-fundo se expressa na ordem compositiva … sugerindo vistas aéreas de terrenos distantes e incognoscíveis. O registro serial imprime ao conjunto um certo caráter científico que não se afasta do espírito antropológico do artista.
Comentario: Lieska Husband de Hernández / Fotografia: Renato Donzelli / Reprodução: Cortesia de artista /
Abdulio Giudici, Buenos Aires, Argentina, (1914-2008). Sem título, 1972
Acrílico sobre hardboard
60 × 60 cm
“ Minhas pinturas constituem igualmente uma expressão de beleza, mas não de uma beleza convencional, e sim inédita e pessoal, melhor ou pior realizada em cada trabalho, partindo de princípios continuamente renovados, motivados por exigências próprias. Não têm, portanto, a segurança de algo permanente, ainda que o busquem, mas tornam-se coisas precárias, como tantas conquistas de nossa época.”
Comentario: Abdulio Giudici / Fotografia: Estúdio Giménez-Duhau / Reprodução: Cortesia Herlitzka & Co, Buenos Aires / © Abdulio Giudici, 1972. Direitos administrados por Ricardo Giudici /
Paúl Parrella. Cumaná, Venezuela, (1980). Reside na Espanha. Anotações sobre o Céu Nº 594, 2017
Mista sobre tela
120 x 120 cm
“…minha pintura é apenas vestígio. Testemunho inconcluso diante do assombro…”
Comentario: Paúl Parella / Fotografia: Paúl Parella / Reprodução: Cortesia do artista/
Antonio Máro. Catacaos, Piura, Perú, (1928). Cromático, 2001
Óleo/acrílico sobre tela
40 x 40 cm
A ambivalência entre o abstrato e o figurativo convive em harmonia e liberdade. Os dois capazes de dialogar em uma sorte de comportamento da forma e da cor sobre a tela… O trabalho de Máro tem uma qualidade lírico-poética em termos de atmosferas plásticas. Mesmo tendo-se proposto o neo-expressionismo abstrato, este se refere mais à força da cor…
Comentario: Bélgica Rodríguez / Reprodução: Cortesia do artista/
Christian Mera, Quito, Equador.(1980). # 27. Serie firmas , 2017
Técnica mista sobre papel
56 x 75 cm
“A figura e o símbolo, o rosto e a assinatura: duas maneiras de identificar uma pessoa. Quem sou eu? Meu rosto ou minha assinatura? O rosto me foi dado; a assinatura eu escolhi para me identificar. Mensagens codificadas que, em seu conjunto, compõem abstrações fantásticas. Estamos diante de uma investigação cujo núcleo é a busca da identidade, da essência do ser humano.”
Comentario: Christian Mera / Fotografia: Pamela Corrales García / Reprodução: Cortesia do artista /
Alfonso Fernández, Santiago, Chile (1969). Desenho 5, 2018
Pastel, acrílico, nanquim, grafite, papel guarro biblos
50 x 61 cm
Alfonso Fernández conjuga constantemente a paisagem com a reflexão de sus retratos, a figura em movimento e o toque de humanidade que inserta em sua totalidade, seja esta em forma abstrata, figurativa ou simplesmente em um gesto caligráfico. Para isto utiliza ferramentas tradicionais como a pintura, o desenho, a escultura e a gravura para plasmar seus objetivos.
Comentario: Alfonso Fernández / Fotografia: Alfonso Fernández / Reprodução: Cortesia do artista/
Carolina Oltra Thennet, Rancagua, Chile, (1968). Boa brisa, bom tempo, 2013
Acrílico e técnica mista sobre tela
100 x 100 cm
… não copiar a natureza, e sim, buscar nela novas texturas, formas e cromatismos, é isso que expelem os trabalhos em colagem, meios mistos e telas panorâmicas de Carolina Oltra. Os que superficialmente poderíamos chamar de vestígios de uma certa paisagem, já que na medida em que vamos observando, se tornam uma espécie de soma de fragmentos na forma de pinceladas ou grãos, carregados das jornadas que a artista realiza pela vastidão do litoral local ou pelas margens do rio Mapocho…
Comentario: Carlos Navarrete / Fotografia: Carolina Oltra Thennet / Reprodução: Cortesia do artista /
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